quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Sentimentos, 


venho por meio deste informá-los que estou farta desta brincadeira de esconde-esconde.


Por favor, 


(re)apareçam!


E, 


mais do que isso,


permaneçam! 

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Pensar em suicídio sempre foi como um pensamento qualquer. Normal. Se não normal, demasiadamente constante. E mais, vejo o suicídio como um ato nobre. Um ato de coragem. Um ato de liberdade extrema. É belo. Eu admiro quem o fez. E quem o(s) condena me enoja. Sempre quis, quero e estou certa de que essa minha vontade de pôr fim em mim mesma com minhas próprias mãos sempre continuará ao meu lado...

Quem sabe um dia?

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

O sono vem.
Hiperativo.
Logo se vai.
Há dias assim.
É preciso ser ágil.
Impossível.
Pensamentos transbordam.
O corpo paralisa.
É o tudo.
E é o nada.
Ao mesmo tempo.
Confusão.
Bagunça.
Caos.
Medo.
Medo?

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Querido Papai Noel,

Nunca escrevi carta para o senhor. Nem quando pequena. Não que não acreditasse em você. Eu sempre acreditei. Ainda acredito. Só nunca achei necessário. Até porquê você sempre me surpreendeu e, sem eu falar um ai, deu tudo o que eu queria. Ainda não é. Mas me senti na obrigação de te escrever hoje. Afinal, já se passaram quase duas décadas.
Duas décadas de surpresas e realizações. De brinquedos. De risos. De amores.
Mas, claro, nem tudo são flores. Junto a esse empilhados de doçuras de natal, veio alguns corações partidos, cacos de egoísmo, litros de lágrimas.
Não estou me desfazendo desses curiosos presentes. Também agradeço por eles. Talvez, principalmente por eles.
Sabe, eu fui uma boa pessoa esse ano. Ao menos tentei. Venho tentando a vida inteira. Mas o senhor sabe que é difícil. A vida é cheia dos obstáculos, de pegadinhas. E uma hora ou outra nos enfraquecemos e somos pegos por tais fatalidades, futilidades. Caí em várias e variadas tentações, mas o senhor sabe o quão novas experiências me apetecem. Não consigo me segurar. Me desculpe, mas, cá entre nós, viver é a maior tentação que existe e essa, ah, eu não preciso nem pensar duas vezes para me entregar. Pulo de corpo e alma mesmo. E não tenho medo de consequências. Sei que elas existem. Aliás, elas não me deixam esquecer de suas existências. Mas eu até gosto disso. Elas fazem eu me sentir mais viva. E no final, mais forte. 
Enfim, Papai Noel, eu só quero pedir, explicitamente esse ano, que o que eu construí se fortifique. Quero que mais pecinhas surjam na minha frente. Quero animo, coragem e paciência para poder montá-las. Coisas óbvias. E só.

Atenciosamente,
J. D.

P.S.: Espero que isso não mude nossa relação, mas tenho uma confissão a fazer: Não gosto de natal. E, nem venha, você sabe o porquê.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Sinto aqui e sinto o agora. 
O antes e o depois, deixo pra lá. 
Esqueço. Não me importa.




"Life moves pretty fast.
If you don't stop and look around once in a while you could miss it."

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Fazia tempo que não me sentia assim: sozinha, vazia, inconsistente. 
E essa incapacidade de compartilhar sentimentos só faz com minhas sensações tripliquem. 
Há milhares de pessoas ao meu redor e eu só consigo enxergar um horizonte vazio. 
Não sei pra que lado correr, não sei ao menos se minhas pernas aguentariam. 
Estou debilitada física, emocional e psicologicamente. 
Mas não quero transparecer isso. 
Sei que minhas olheiras ganhadas com muito esforço após noites acordadas e choros incessantes, meu andar manco e minha distração fora do comum me entregam, mas meu orgulho não me permite admitir. 
"Estou bem" e saio correndo para longe.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

"Esqueço fácil os que comeram.
Mas nunca esqueço os que tentaram digerir."