quarta-feira, 11 de novembro de 2009

O interesse começou cedo. De uma forma natural. Ouvia falar sobre, mas não conhecia ninguém que fazia parte do meio. Foi mais a fundo no assunto com 13 para 14 anos. Descobriu que não era maléfico. Ao menos não tanto do que é aceito pela sociedade. O interesse só crescia, mas, antes, queria amadurecer suas idéias.
Capricórnio, sinônimo de cautela.
Mas de nada adiantou. A primeira experiência não foi planejada. Ela simplesmente aconteceu. E foi assim. Na companhia do álcool. Vodka e suco, vodka e gelatina. Era uma sensação de 'que se foda!'. E que se foda mesmo. Um dia inesquecível. Dia recheado de sorrisos, risadas e gargalhadas. E da pseudo-inocência ao acender (escondido) um narguile.
A segunda vez foi por vontade própria. Caiu no chão várias vezes. Apagou. Sem saber o porquê. Nervosismo? Emoção? Vergonha? Ou simplesmente estava tão além que sequer podia firmar o pulso?
As experiências posteriores foram se tornando cada vez mais naturais...
Mais ricas.
A cada experiência, uma sensação nova. E é engraçado como tudo depende do psicológico do momento. As vezes se fala demais, as vezes se fica triste, as vezes criativa, inquieta, as vezes... as vezes se fica viajando em pensamentos, as vezes sequer pensa. E essa é a viagem mais sublime... O silêncio da minha mente. A paz.
E, claro! Como não falar da companhia de certos espasmos musculares? A perna que de cinco em cinco minutos se retrai...
Ah, como isso se tornou estranhamente natural!