sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Um e dez, ele e ela.

Era carnaval e ela saiu com um único objetivo. Estava confusa, mas também decidida, ela iria cumprir seu obejtivo. Ela não queria mais nada além daquilo. Aquilo. Um. Só um beijo. Mas lá, quando se deparou com ele. Ela. Aquela boca. Ficou sem jeito, pediu um cigarro e um gole da sua bebida, para sua surpresa a bebiba não era alcoolica, e era do alcool que ela precisava, pois ela acreditava que sob o efeito dele as coisas seriam mais fáceis. Engano dela. Doce ilusão. O alcool piorou as coisas. Ela não foi atrás daquela única boca, ela esbarrou com mais de dez. Não era isso que ela queria. Não mesmo. Ela estragou tudo. Pronto, agora ela sabia que a única boca que ela queria não seria mais dela aquela noite. Passou um tempo. Dez. Dez dias. Ela soube que ele. Ela. Aquela boca. Se foi. Foi para não voltar mais. Então, ela teve a certeza que aquela única boca não seria mais dela, nunca mais.