"Olha quem está ali!"
"Quem?"
"Olha!"
Vi, respirei, tremi, estremeci, arrepiei e me calei.
Tremi, tremia.
Inquieta, os pés balancei.
As mão, as pernas...
Eu não entendia.
"É amor?"
"Oi?"
"Tudo isso... É amor?"
Capaz!
Me nego a acreditar que seja.
Não é, nunca foi e nem será.
São apenas lembranças...
"Quem?"
"Olha!"
Vi, respirei, tremi, estremeci, arrepiei e me calei.
Tremi, tremia.
Inquieta, os pés balancei.
As mão, as pernas...
Eu não entendia.
"É amor?"
"Oi?"
"Tudo isso... É amor?"
Capaz!
Me nego a acreditar que seja.
Não é, nunca foi e nem será.
São apenas lembranças...
Poucas, mas significativas;
Foi ele quem me apresentou o mundo de lá.
Foi o único que me levou ao limite (por vezes seguidas...)
Sempre, sendo lá ou cá.
E, culpa dele,
Aqueles dias se tranformaram num amontoado de memórias
Regadas de agonia.
"Se quer, vai lá, não se segure!"
"Eu não posso! Eu não vou!"
"Tomara que não se arrependa!"
Querer nem sempre é poder, huh?
Mas eu não queria.
Quiçá, quem sabe. Não sei!
Eu nunca sei. Ou, talvez... Estranho!
Chega!
Não importa mais!
"Eu não posso! Eu não vou!"
"Tomara que não se arrependa!"
Querer nem sempre é poder, huh?
Mas eu não queria.
Quiçá, quem sabe. Não sei!
Eu nunca sei. Ou, talvez... Estranho!
Chega!
Não importa mais!
O passado passou
E eu estou rezando para que ele não tenha parado ali na esquina (novamente).
E eu estou rezando para que ele não tenha parado ali na esquina (novamente).